quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Coisas que Pomerode fala



Entre os dias 29 e 30 de outubro, os alunos dos 7ºs anos da nossa escola tiveram uma aula muito diferente com o tema variação lingüística de Pomerode: fizemos um curta-metragem!
                A partir dos causos, gênero textual estudado no bimestre anterior, estudamos um pouco sobre variação lingüística, que são as diferentes formas de falar relacionadas a fatores como idade, sexo, escolaridade e grupo social. Percebemos que em Pomerode há uma forma bem peculiar de falar por causa do bilingüismo e com isso elaboramos um “Manual de sobrevivência em Pomerode”, uma espécie de minidicionário com termos regionais. Nossa tecnóloga, Dona Lorizete Pegorini, sugeriu que transformássemos o dicionário em um curta-metragem.
                Assim, a turma se mobilizou para escrever um roteiro que contemplasse formas únicas de falar e se caracterizou para a gravação. Como cenário, utilizamos a casa enxaimel da família Strutz, gentilmente cedida pelo proprietário.
                O objetivo foi  perceber as variações lingüísticas como um fenômeno social que deve ser respeitado. Segundo a professora de Português, Scheila Maas, a atividade foi ótima. “Acho que os alunos curtiram o passeio e a gravação. Vamos esperar o término da edição para fazermos o lançamento no dia 19. Será um evento bem especial, aberto a toda a comunidade escolar”.
                A ideia foi fazer algo bem humorado, leve, que distraísse as pessoas. “Foi interessante, foi uma aula diferente, porque assim podemos ver e aprender mais sobre a cultura alemã”, diz a aluna do 7º ano B, Ketin Friedel.
                A gravação poderá ser conferida depois do dia 19 no blog da escola e também no Youtube, com o título “Coisas que Pomerode fala”. A professora ainda salienta que em nenhum momento houve a intenção de ofender alguém ou um grupo de pessoas, afinal, temos de ter a capacidade de rir de nós mesmos. "Isso é um ato civilizatório, que nos torna mais humanos." (Júlia Henrieta Volkmann)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O grafite das ruas agora também está na escola (Matéria da revista Nova Escola)



Os alunos dos 9ºs anos estão desenvolvendo um trabalho na disciplina de Artes. O professor Alceu entendeu como relevante a matéria da Revista Nova Escola, que está colocada abaixo na íntegra.

O grafite das ruas agora também está na escola

Conhecer as técnicas dessa manifestação e destacá-la como arte urbana e contemporânea é oportunidade de discutir a estética das cidades e as intervenções do artista no patrimônio público


Ao observar as referências, os alunos da EMEF 25 de Julho ampliaram o repertório e analisaram as características de vários grafiteiros.
Há pouco tempo, o grafite era considerado sinônimo de pichação e não ganhava espaço nas discussões sobre arte. Quando foi criado, na década de 1970, fazia parte do hip-hop, movimento cultural que envolvia música (o rap e o hip-hop) e dança (a street dance). Isso ocorreu na periferia de Nova York, se espalhou pelo mundo e manteve a característica de expressão de rua dos centros urbanos.
A qualidade estética de artistas que começaram sua carreira grafitando, caso do norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988), chamou a atenção de historiadores e curadores de museus, que passaram a inserir obras deles em algumas exposições. Ainda é possível notar as semelhanças entre pichação e grafite - já que ambos usam tinta látex ou spray para pintar, têm como suporte os muros ou paredes, e como temas mais comuns, a denúncia, a crítica ou a contestação. Mas no grafite as técnicas geralmente são mais apuradas e lançam mão de efeitos e de cores que a pichação não contempla. Além dos grafiteiros Osgemeos, dois irmãos que fazem sucesso no mundo todo, outros nomes também compõem o cenário atual brasileiro e são referências dessa arte, como Carlos Dias, Daniel Melim, Titi Freak e Zezão.
Olhar o entorno, experimentar e deixar uma marca na escola 

Falar sobre a história dessa manifestação, apresentar o trabalho dos grafiteiros, discutir sobre o aspecto da legalidade e do uso do espaço coletivo gera discussões riquíssimas na escola. José Minerini Neto, da Universidade Anhembi Morumbi, na capital paulista, indica ainda a discussão sobre outras experiências. São as histórias dos artistas Banksy e Princess Hijab, que assinam grafites, mas não revelam sua identidade real. Banksy pinta sobre questões políticas em Londres e Hijab atua em Paris, desenhando um véu islâmico sobre anúncios.
Interessado em trabalhar os diversos aspectos do tema com os alunos do 6º ao 9º ano, que estudam no período integral da EMEF 25 de Julho, em Campo Bom, a 57 quilômetros de Porto Alegre, o professor de Arte Jasom Souza implementou oficinas de grafite no contraturno. "Há pinturas nos muros ao redor da escola e em toda a cidade. Achei que era preciso discutir sobre isso", explica. Ele elaborou um projeto com pesquisas, estudos da técnica e - para a alegria dos estudantes - grafites na escola.
Para Erinaldo Alves do Nascimento, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o trabalho em classe pode ser iniciado com base em duas perguntas: "Desde quando as paredes ou os muros são usados como suporte de uma criação visual?" e "Quando o grafite passou a ser considerado modalidade de arte?". Com isso, além de aprenderem que essa arte não foi bem-vista na época de sua criação, os jovens podem ser apresentados ao muralismo - movimento importante no modernismo brasileiro e latino-americano que usava o muro como suporte e tem como protagonistas o brasileiro Di Cavalcanti (1897-1976) e o mexicano Diego Rivera (1886-1957).
Outra forma de encaminhar o trabalho pode incluir entrevistas com pedestres e proprietários de imóveis que tiveram os muros de casa desenhados, assim como uma conversa com grafiteiros e pichadores locais. "É o momento de dialogar sobre as diferentes propostas que existem, chamando a atenção dos estudantes para o diálogo entre imagens, espaços e elementos da arquitetura", indica Marisa Szpigel, coordenadora de Arte da Escola da Vila, na capital paulista. 

É essencial também incluir na discussão a experiência dos adolescentes. Muitos deles podem ser pichadores ou grafiteiros, ter contato com alguns ou ainda ter uma posição a respeito do assunto, o que enriquece a discussão com informações atuais e contextualizadas. Por fim, não deixe de apresentar referências. "É uma oportunidade para que o grafite ganhe outro status e todos ampliem suas referências de arte por meio de uma linguagem que já nos é tão próxima", defende Mirca Bonano, coordenadora do Prêmio Arte na Escola Cidadã.

Matéria retirada do endereço.... http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/grafite-ruas-agora-tambem-esta-escola-690616.shtml

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Eleições para Vereador Mirim

Nova Vereadora Mirim eleita para o ano de 2015
Yasmin Rahn
 Suplente
Júlia H. Volkmann

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Ciranda da Leitura 2014


O Projeto Ciranda da Leitura já é tradição em nossa escola, e consiste em levar os participantes a adquirir mais conhecimento sobre determinado autor ou tema.
Homenageamos Pedro Bandeira e Eva Furnari em 2008, Ricardo Azevedo em 2009, Maurício de Sousa em 2010, Ziraldo em 2011, Monteiro Lobato em 2012. Em 2013 optamos por estudar a poesia. E 2014 foi o ano de embarcar em mágicas aventuras pelo mundo do “era uma vez”, de príncipes e princesas, de porquinhos construtores e lobos assustadores, para estudar os Contos de Fadas. 
Durante a Hora do Conto, que ocorre na biblioteca mensalmente com os alunos da Educação Infantil ao 5° ano, relembramos vários dos contos mais conhecidos, descobrimos o nome dos primeiros autores e curiosidades sobre eles. Além disso, diversas releituras foram apresentadas e disponibilizadas aos alunos.
O projeto foi finalizado com uma “Sessão de Cinema”, com filmes baseados em Contos de Fadas. A socialização dos trabalhos realizados se dará virtualmente este ano, através do blog da escola, na aba “Hora do Conto”(http://www.amadeudaluz.blogspot.com.br/p/fale-conosco.html).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

RESULTADOS AMADEU DA LUZ NA 2ª ETAPA DOS 38ºS JOGOS ESTUDANTIS


Parabéns aos alunos que muito bem representaram a escola! 
Parabéns aos professores que trabalham com nossos alunos: Karin Raduenz Hoeft, Diogo Felipe Hackbarth, Andrea Karsten Coelho, Rafael Laurentino (treina voleibol), Maristela Siewert (punhobol) e Odair Luiz dos Santos - Chico (atletismo)! Sabemos que o resultado é fruto da dedicação e empenho de vocês!



MODALIDADES COLETIVAS

Handebol
1º lugar  - Mirim feminino (11 e 12 anos) -
1º lugar - Infantil masculino (13 e 14 anos)
2º lugar - Infanto masculino (15 a 17 anos)

Voleibol
2º lugar - Mirim feminino  (11 e 12 anos)
1º lugar  - Mirim masculino (11 e 12anos)
3º lugar -  Infantil feminino (13 e 14 anos)
3º lugar - Infantil masculino (13 e 14 anos)
3º lugar - Infanto masculino  (15 a 17 anos)

Futsal
2º lugar - Infantil feminino (13 e 14 anos)

Punhobol
1º lugar - Mirim feminino  (11 e 12 anos)
1º lugar - Mirim masculino (11 e 12anos)
2º lugar - Infantil feminino (13 e 14 anos)
3º lugar - Infantil masculino (13 e 14 anos)
2º lugar - Infanto masculino  (15 a 17 anos)

RESULTADOS DO ATLETISMO

PRÉ-MIRIM
75 Metros rasos Masculino
1º lugar - Laurin Jandre com 11,36

Salto em Distancia Masculino
1º lugar - Laurin Jandre 4,01

Lançamento de Pelota Masculino
1º lugar - Laurin Jandre  28,9

MIRIM
75 Metros rasos Feminino
1º lugar - Pamela Erbs 11,33
2º lugar - Laryssa Erbs  11,74

75 Metros rasos Masculino
1º lugar - Lucas Roberto Jung 11,14
2º lugar - Giovani Alvez Jr. 11,28

150 Metros rasos Feminino
1º lugar - Pamela Erbs 23,95
2º lugar - Ketin Friedel  24,87

150 Metros rasos Masculino
3º lugar - Gabriel Schofer 23,74

Revezamento 4X75 Metros Feminino
2º lugar - Equipe Amadeu da Luz 49,02

Revezamento 4X75 Metros Masculino
2º lugar - Equipe Amadeu da Luz 46,49

Lançamento de Pelota Feminino
3º lugar - Mikaela Haut 29,37

Lançamento de Pelota Masculino
3º lugar - Cassimiro Barba 36,71

Salto em Distância Feminino
1º lugar - Pamela Erbs 3,86

Salto em Distância Masculino
1º lugar - Giovani Alves 3,88
3º lugar - Gabriel Schofer 3,74

Salto em Altura Masculino
1º lugar - Carlos Morais 1,26

INFANTIL
75 Metros rasos Feminino
2º lugar - Bruna Mariele Glau 11,44
3º lugar - Mayara Bertoldi 11,61

75 Metros rasos Masculino
3º lugar - George Utech 10,28

250 Metros rasos Feminino
2º lugar - Bruna M. Glau 42,13
3º lugar - Mayara Bertoldo 42,43

250 Metros rasos Masculino
2º lugar - Giorge Utech 38,13

800 Metros rasos Feminino
3º lugar - Bruna M. Glau 3:19

Revezamento 4X75 Metros Feminino
2º lugar - Equipe Amadeu da Luz 46,01

Revezamento 4X75 Metros Masculino
2º lugar - Equipe Amadeu da Luz 45,76

80 Metros c/ Barreiras Feminino
3º lugar - Taina M. Simas 16,71

80 Metros c/ Barreiras Masculino
2º lugar - Natan Eduardo 14,17

Lançamento de Disco Feminino
2º lugar - Bruna Zeblin 16,74

Lançamento do Dardo Feminino
2º lugar - Larissa Wachholz 22,44
3º lugar - Bruna Zeplin 22,44

Lançamento do Dardo Masculino
3º lugar - Martin Krueger 28,42

Salto em Distância Feminino
1º lugar - Mayara Bertoldi 3,88
2º lugar - Caroline Eduarda 3,83

Salto em Distância Masculino
2º lugar - Natan Pereira 4,60

Salto em Altura Feminino
1º lugar - Janaina Porath 1,25
3º lugar - Katia dos Santos 1,10
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