quinta-feira, 16 de novembro de 2017


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Mímico Everton dando show (de vida!) na escola



Mímica é uma das formas de comunicação humana, normalmente conhecida como a arte de expressar os pensamentos e/ou os sentimentos por meio de gestos. É, dentro das artes cênicas, o estudo da ação física do homem em seu meio; e um mímico é alguém que utiliza movimentos corporais para se comunicar, sem a necessidade do uso da fala. A mímica enquanto expressão artística, como no caso da dança, se apresenta de várias formas e estilos, sendo mais conhecido a Pantomima, em que os artistas usam o rosto pintado de branco e se inspiram na figura do pierrot.

No dia 6 de outubro, nossa escola recebeu a esplêndida visita do mímico Everton Ferre, que é uma pessoa espetacular, carismática e que todos adoraram. O mímico começou sua apresentação falando e explicando um pouco do que passou na vida.

Sua mãe engravidou muito cedo, e naquela época isso era inaceitável, então, seus avós falaram que ela iria embora de casa e que eles cuidariam de Everton. Dona Elfrida, mais conhecida como Vó Gorda, acolheu o menino, deu comida, educação, ensinou o que era certo e errado, ensinou-o a orar, foi uma verdadeira mãe, e, de acordo com ele, a convivência deles sempre foi uma das melhores.

Everton contou também que ele, seus primos e seus amigos sempre brincavam de polícia e ladrão e pelo fato dele não ter pai e nem mãe ele sempre tinha que ser o ladrão, o que era uma forma bem velada de preconceito.

De acordo com o livro do mímico, o tempo passou muito rápido e logo veio o período escolar, e os problemas nas relações familiares em respeito à tutela de Everton somaram. Foi então que decidiram manda-lo para São Paulo, para morar com seu pai, pois achavam que isso seria melhor para o seu futuro. No momento em que Everton recebeu a notícia ele ficou muito feliz, finalmente ele teria um pai e não precisaria mais ser o ladrão das brincadeiras.

Everton embarcou no ônibus e quando ele começou a sair da cidade ia contando os postes e pensava que se algo desse errado na viagem, voltaria caminhando e contando os postes, assim saberia mais ou menos onde estava. Mas a ideia não deu muito certo, pois logo se perdeu na contagem.

Quando chegou à cidade de São Paulo, sua alegria era tanta que seu coração estava tomado. Eufórico, nem percebeu o mundo que estava deixando para trás, e a saudade que sentiria da Vó Gorda.

Everton imaginava que São Paulo seria parecido com Curitiba, pensava que poderia acordar tarde, brincar e estudar, mas a realidade era totalmente diferente, já que com 7 anos de idade acordava cedo para trabalhar em uma pensão cuja dona era sua tia, em troca ganhava um lugar para dormir e comida para se alimentar. “Não era fácil, mais foi um período maravilhoso em questão de aprendizado”, diz Everton.

Com 13 anos, Everton foi morar em Missal com uma nova família, seus tios Celso e Sandra e seu primo Celsinho, e começou a estudar no Ginásio Anchieta, onde teve seus melhores professores.

Em 1978, Everton foi convocado para servir no primeiro Batalhão de Fronteira, que era um desejo alimentado desde pequeno. Servir o exército para Everton foi um aprendizado muito bom e acordo com ele aproveitou todas as oportunidades dentro das Forças Armadas.

Quando saiu do quartel, foi para Cascavel onde começou a trabalhar no Banestado, setor de processamento de dados, e permaneceu lá por dois anos, mas não era isso que ele queria, foi então que pediu exoneração do seu cargo.

Everton decidiu voltar para Curitiba, onde morava quando era pequeno, e lá virou vendedor da assinaturas da revista Istoé, que para ele foi um dos melhores trabalhos até então. Everton conheceu várias cidades com o seu trabalho, e até se mudou para Florianópolis, pois lá vendia mais.

Em Florianópolis, Everton e um amigo seu estavam caminhando pelo campus da universidade, e em frente a uma igrejinha viram um teatro e decidiram parar. Everton ficou tão admirado com aquela peça que até queria virar ator.

Estava chegando a hora de Everton viajar de novo para vender mais assinaturas, comprou sua passagem e entrou no ônibus, e mal sabia Everton que do seu lado iria se sentar o melhor mímico de todos os tempos, o mais fantástico, que todos admiravam. Quando o mímico sentou ao seu lado, começaram a conversar, foi aí que Everton decidiu virar mímico também. Se demitiu do seu trabalho, e engrenou na carreira de mímico, em que atua até hoje.

Everton conheceu o mundo todo através do seu trabalho, e em cada lugar que passa sempre é admirado.

Sua primeira apresentação no Brasil foi na cidade de Porto Alegre no ano de 1983, e com certeza ele conquistou todo seu público, pois ele é um mímico fantástico.

Depois de falar um pouco da sua incrível história, se maquiou, de modo que todos os alunos e professores aprendessem a fazer a maquiagem, e então começou a atuar. Ensinou algumas mágicas, imitou um macaco, se passou por médico, por pai entre outros. A apresentação foi incrível, e com certeza vai ficar marcada para todos que assistiram.
           
No final da apresentação, Everton passou seu chapéu como de costume, para que todos que quisessem contribuir, colocassem uns trocadinhos.  

“Visitar cidades e apresentar momentos de contemplação desta arte milenar, a mímica, é minha intenção primeira. Este movimento que realizo como profissão tem o propósito de fazer com que meu público sinta beleza e a força do silêncio”, escreve Everton Ferre em seu livro.

Fiquei admirada com a sua apresentação, e espero que possa revê-la, você com certeza é um homem fantástico! Uso as falas de Lourdes Vivian Alexius, “Pode passar o chapéu, Everton, Que eu tiro meu chapéu para você!”

Ana Caroline Czerski Borges

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

1ª Gincana Estudantil



Diversão, interação e Responsabilidade Social marcam a 1ª Gincana Estudantil da EBM Dr. Amadeu da Luz. A disputa, iniciada em 02 de outubro, segue acirrada. Toda hora a liderança muda de equipe. Disputada entre as 8 turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental a Gincana prossegue até o dia 13 de outubro, quando uma equipe será consagrada campeã. Dentre as diversas provas destacam-se a de arrecadação de produtos de higiene e limpeza e de alimentos não perecíveis, que serão doadas a entidades da cidade, arrecadação de livros e brinquedos doados a Associações, arrecadação de vidros (revertidos em compra de livros) e arrecadação de lacres, intensificando ainda mais a campanha existente desde 2016. No dia 13, último dia da gincana, as provas, além de resistência, abordarão, de forma interdisciplinar, diversos conteúdos trabalhados em sala de aula. A diversão é certa, porém sem perder o foco da aprendizagem.
 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Uso da plataforma Duolingo

As turmas do 3ºs anos bilíngues, com a professora Viviane; e as turmas dos 5ºB e 6ºB, com a professora Therese,  estão aprendendo de forma interativa com a plataforma adaptativa Duolingo para escolas. O aluno avança conforme seu conhecimento!
































sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Praticando o amor!

Visita ao Centro de Convivência Pommernheim e não sei dizer quem ficou mais feliz... se nós ou eles! Realmente o coração de cada um de nós voltou cheio de amor! As fotos estão no facebook da escola também: curtam, compartilhem e comentem.... desde nossa chegada para 3ª visita do ano ao Centro de Convivência Pommernheim...as apresentações culturais ... finalizando o momento com jogo de dominó! Más lá também "rolou" massagem de carinhos e conversas ao pé do ouvido...e reencontros...encontros e encantos! Acesse todas as fotos aqui









segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Gênero textual cartaz

A turma do 2º ano da professora Marquelin trabalhou o gênero textual cartaz de forma interdisciplinar utilizando conhecimentos construídos na disciplina de ciências.